Bruno Morais, ator e cantor de 25
anos, é formado em Artes Cênicas, passou pelo curso de Rádio e TV e no momento
cursa Cinema. Mudou-se da cidade de Sorocaba
para o Rio de Janeiro devido seu trabalho em uma CIA aérea e, na cidade onde
reside atualmente, teve a oportunidade de fazer um teste para uma montagem de
um musical da Broadway que abriu as portas para uma carreira
internacional, onde, através de uma bolsa de estudos, terá a oportunidade de
dançar em um festival da Disney na Califórnia em janeiro de 2015. Participou da série Por Isso Sou
Vingativa, da Multishow, está com alguns projetos de filmes, e concordou em
conversar com a gente sobre seus inúmeros trabalhos de sucesso.
Atualmente
estou em um musical da Broadway chamado In The Heights, uma montagem do Rio de Janeiro.
Em qual curso você já é formado?
Em artes cênicas
2010 no Centro de Artes de Laranjeira - RJ e junho de 2015 me formaria em RTV. Estudei
no CEUNSP - FCAD - Salto/SP até 2013 e atualmente estudo cinema na Estácio – RJ.
E por que mudou de curso?
Devido à mudança para o Rio de
Janeiro. E também eu sempre me interessei por cinema porque quero trabalhar com séries, mas
amo RTV.
E você mudou para o Rio devido ao
musical? Ou você acredita que aí você terá mais oportunidades de desenvolver
seus projetos?
Mudei por
que tive uma oportunidade de trabalha em uma CIA aérea, e então surgiu à chance
de eu fazer audição para o musical.
E qual o seu papel no musical?
Sou o
Grafitte Pete, um pichador que e maltratado pelo Usavi que é a personagem
principal (risos).
Eram muitas pessoas disputando o mesmo papel? Por que você acredita que foi
escolhido?
Ah... Eu
canto e danço. Acho que olharam e viram que eu era o perfil para o personagem. Não
sei ao certo (risos)
Você tem algum projeto de sua
autoria?
Sim... Uma
web série musical. O nome ainda eu não posso falar (risos)
Ah que pena! Quando puder
divulgar nos passe. E Bruno, como surgiu a oportunidade de você dançar em Los Angeles?
Sim (risos).
Ganhei uma bolsa de estudos de dança, e a professora me chamou para dançar e
representar a escola com eles.
Deve ter sido uma surpresa e tanto. E nos fale, quais foram as maiores
dificuldades que você encontrou para chegar até onde você chegou?
Carreira
artística não é fácil. Um dia você esta lá em cima e no outro no chão. As pessoas, às
vezes, enxergam o ator, o músico, o bailarino, como uma coisa que só serve pra diversão e não como uma profissão. E é isso que faz várias pessoas abandonarem seus sonhos ou, até muitas vezes, são barrados pelos pais.
Realmente não é fácil o ramo artístico mas, ainda bem, que o cenário está mudando e as pessoas enxergando que é uma profissão como qualquer outra. Quanto tempo você vai ficar
estudando em Los Angeles?
Sim, eu tenho previsão
pra cinco meses, mas ainda não sei ao certo.
E como sua família vê tudo isso? Eles aceitaram numa boa toda essa mudança?
Saíram de
Sorocaba para verem minha estréia aqui no Rio de Janeiro, eles me apoiam em tudo.
E sempre foi seu sonho trabalhar com isso ou você pensou em fazer outra
coisa?
Sim, sempre foi meu sonho, eu nunca
pensei em trabalhar com outra coisa
Estudando cinema, você pretende trabalhar com séries, mas em qual área?
Direção de elenco e geral.
Você pretende retomar o curso de RTV?
Creio que
não, quem sabe. Mas tudo que aprendi, aprendi na FCAD com a AECA (Agência
Experimental de Comunicação e Artes).
A AECA nos trás grande conhecimento, você participou de algum projeto?
Sim, eu participei de alguns: Ritmos da
Vida, Realidade do Medo e Enigma. Realidade do Medo e Enigma eu dirigi.
E algum desses foram premiados?
O
Realidade do Medo ficou entre os cinco melhores do sudeste do INTERCOM – Bauru
em 2013.





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